Esse poema faz parte do esboço de um livro que tentei escrever ano passado. Nele, o personagem Luiz Domenico - vigarista que se passa por Marajá das Rosas do Vento - confessa a farsa à sua amada Elenice ( que carinhosamente a chama de "menina").
Na verdade, a confissão é feita em vários poemas, escolhi esse em especial porque foi a partir dele que resolvi escrever o livro.
CONFISSÃO V - Metades
Ah, Menina!
Sou metade daquilo que vê
Inteiro por completa inexistência
Ainda que finja ser
Ser de Alma Tremenda.
Grandes feitos! Grandes atos!
Balela de quem sabe escrever!
Imagina se eu fosse um rato
Era certo que soubesse roer.
Por isso lhe digo, Menina
Que sofisma esses versos não são
Se acreditas mesmo na dita,
Viverás longe do meu Vão.
Despeço de ti, aflito
Agora por não mais existir
Se antes eu era metade
O que tenho há de partir.
Parabéns tá lindo!
ResponderExcluirbeijos
Ah menino!
ResponderExcluirQue belo poema, super beijo!
Olha? O blog agora tem nome?
ResponderExcluirEsse vai durar até quando?
Eu gostei (Sério) Não sabia que voc^escrevia assim.
Até.